sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Definição?!?!?!?!

Uma semana que mais pareceu um mês... então Léo me ligou confirmando o café para o dia seguinte. NÃO!!!! No próximo dia não poderia ir, tinha um compromisso inadiável. Então ficou para depois de amanhã. Mais um dia inteiro ainda... Tudo bem!... A espera também é interessante para aguçarmos nossos instintos.

E, finalmente, chegou o esperado dia. Um comprimento cordial para começarmos... e aquela vontade louca de me jogar em seus braços e amá-lo de novo, como há muito eu não fazia. "-Posso te levar pra onde eu quiser?" foi o que ele me perguntou. Ele poderia me levar até para o inferno se quisesse, pois eu continuaria me sentindo no céu. E fomos... para o céu!

E senti Léo ali perto de mim, e a medida que o tempo ia passando sentia que ele se aproximava ainda mais. E foi assim desde o dia em que decidi que estava no momento dele fazer parte da minha vida de novo. Sabia que algum dia eu iria encontrá-lo, e sabia também que não me conteria de vontade de querer estar com ele como nos outros tempos. Mas agora era um tanto diferente, estávamos mais maduros, mais experientes. Talvez eu nem sofresse tanto se ele não me quisesse. Talvez eu nem sofresse... Mas o problema é que eu tinha certeza que ele também sentia o mesmo por mim. Eu sentia... eu sinto!...

Nossos corpos estavam ardendo de desejo. Ao se tocarem houve uma grande erupção. Um vulcão que adormecera por anos e agora acorda sem temer o que vem depois. Um beijo ainda mais ardente, que nos traz lembranças do passado, mas que nos faz querer aproveitar o presente. Aquele momento ímpar que envolve nossos corpos nus agora. Sinto seu membro rígido em minha perna. Quero ser penetrada, quero que ele venha com toda sua masculinidade para dentro de mim. Quero senti-lo o mais perto possível, o mais dentro possível. Nosso beijo se transforma numa labareda que queima, que arde e nos deixa com essa vontade tamanha de sermos um do outro novamente. E assim acontece!... Ele está em mim agora. Eu o agarro, o aperto com toda a minha força como se não quisesse deixá-lo sair dali.

E ficamos assim por horas inteiras, com vontade que fossem infinitas. Eu queria mais... queria mais... mais!... "- Vamos ter que repetir!" foi o que ouvi ele dizendo. Então eu percebi que Léo tinha entrado novamente em minha vida. Não apenas porque eu havia decidido isso, mas porque ele resolveu fazer parte, mais uma vez, da minha história, da nossa história. E quem sabe dar a ela um final mais coerente, mais condizente com tudo que sentimos um pelo outro. Ou até não por fim a isso, jamais.

BIA

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